o esforço contínuo para melhorar a preparação contra catástrofes e reforçar a capacidade dos governos para responder eficazmente às várias crises na região, a Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO), a Federação Internacional das Sociedades da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho (FICV), o Gabinete para a Coordenação dos Assuntos Humanitários para a África Ocidental e Central (OCHA ROWCA) e o Serviço Nacional de Protecção Civil e Bombeiros de Cabo Verde organizaram o 13ª Consulta Regional do Comité Regional para a Gestão de Desastres na África Ocidental (GECEAO) que está a decorrer na cidade da Praia.
Ana Graça, Coordenadora Residente do Sistema das Nações Unidas, na abertura 13ª Consulta Anual do Comité Regional de Oficiais de Gestão de Desastres na África Ocidental (GECEAO) que aconteceu ontem 23 de julho de 2019 sublinhou que, "Nenhum país está imune às consequências das mudanças climáticas. Nenhum país está imune aos desastres. Temos de trabalhar na prevenção e reforçar as intervenções, as vontades e mobilizar recursos e agir, tanto ao nível global, nacional como local".
O ministro da saúde e segurança social Arlindo do Rosário, que presidiu a abertura da reunião, em representação do titular da pasta da administração interna lançou alguns desafios, defendendo a criação de um quadro regional de respostas, instalação de mecanismo comum de alerta, exercícios e simulacros conjuntos, para que os países membros possam fazer face às catástrofes naturais.
Na mesma linha o Presidente em exercício da GECEAO, Seydou Doumbia defende maior engajamento dos Governos, dos privados e da sociedade civil, visando o reforço de mecanismos para dar respostas eficazes em decorrência de catástrofes naturais.
Para o também diretor geral da proteção civil do Mali, a contribuição de cada uma das estruturas nos respetivos países releva-se importante nas repostas a dar, quando ocorrem situações de catástrofes naturais.
O objetivo dessas consultas, portanto, é desenvolver intercâmbios técnicos e compartilhar lições aprendidas que aumentarão a capacidade da proteção civil nacional para levar a efeito uma resposta efetiva a desastres na região.