Sessão de socialização/divulgação de ferramentas de gestão de risco de desastre e recuperação resiliente

Publicado em 05-08-2019

ImageTerminou este sábado (03 de agosto de 2019), a primeira ronda de socialização/divulgação de ferramentas de gestão de risco de desastre e recuperação resiliente, mas concretamente a Estratégia Nacional para a Redução dos Riscos de Desastre, o Quadro de recuperação Pós-desastre e o Resultado da Avaliação Detalhada dos Riscos Urbanos realizados nos concelhos da Praia, Mosteiros e Ribeira Brava.

A sessão de socialização/divulgação dos produtos iniciou a 29 de julho de 2019 em São Vicente continuando, de 31 de julho a 03 de agosto nos três concelhos de Santo Antão e contou com a participação de elementos das câmaras municipais, nomeadamente dos gabinetes técnicos e dos pelouros da proteção civil, ambiente, saneamento e áreas afins, técnicos dos serviços desconcentrados no concelho, ONGs e moradores de uma comunidade local (Tarrafal de Monte Trigo em Porto Novo, Santo Antão)

Esta ação está enquadrada nas atividades do projeto de criação de capacidades para recuperação resiliente, que almeja preparar os governos Locais e Nacional para gerir futuros processos de recuperação de uma forma eficaz, sustentável e inclusiva, reforçando capacidades e sistemas para uma melhor planificação e gestão de processos de recuperação, por forma a aumentar a resiliência do país e das comunidades perante a ocorrência de desastres e do rápido retorno para um desenvolvimento sustentável e tinha como objetivos: Dar a conhecer os órgãos do poder local principalmente os gabinetes técnicos e de proteção civil, os instrumentos para gerir os riscos, prevenir os desastres, minimizar os danos e perdas associados e evitar a criação de novos riscos; Fomentar a criação de uma massa crítica no concelho, para recuperação resiliente; Reforçar a cooperação entre os atores institucionais públicos e privados responsáveis pelos sectores de Redução de Riscos de Desastres, adaptação às mudanças climáticas bem como a recuperação de desastre; Sensibilizar às comunidades locais, principalmente as mais distantes dos centros de decisões (locais encravados), associações comunitárias e outra, sobre o melhor uso dos instrumentos existentes e de como preparar para uma recuperação resiliente.