
Um sismo de magnitude 5,9 na Escala de Richter abalou a costa norte do Haiti, este sábado (06 de outubro de 2018). Pelo menos 12 pessoas morreram e 188 ficaram feridas.
A zona de Porto da Paz, no norte do país, foi a mais afetada pelo tremor de terra. O hospital da cidade não está a conseguir responder às necessidades mais urgentes e muitos dos feridos estão a ser encaminhados de Helicóptero para a capital Porto Príncipe.
O epicentro do sismo fica a 20 km desta região do Haiti e a 170 km da capital.
Esta zona das Caraíbas é frequentemente atingida por sismos. Este domingo, um terramoto de magnitude 5,2 na Escala de Richter foi sentido em Cuba, país vizinho, sem vítimas a registar.
Desde janeiro foram registados mais de 3 mil abalos, mas apenas 11 foram sentidos pelas populações.
Autoridades guineenses temem o pior. Ainda não foi encontrado nenhum sobrevivente.
A guarda costeira da Guiné-Bissau informa que um barco com 60 migrantes naufragou ao longo da sua costa. As autoridades encontraram alguns destroços da embarcação, mas ainda não encontraram nenhum sobrevivente, indicando que estão desaparecidos e possivelmente mortos, conforme cita a Reuters.
A embarcação foi avistada pelas autoridades já em dificuldades, na segunda-feira, mas não conseguiram enviar ajuda, disse à mesma publicação Victor Riga, um comandante da guarda-costeira.
O barco teria como destino final as ilhas Canárias, uma rota que se tornou menos utilizada com o incremento do patrulhamento das autoridades espanholas em mar.
As autoridades indonésias abriram uma vala comum para enterrar as vítimas do sismo e tsunami de sexta-feira. Governo do país pediu ajuda internacional e teme a disseminação de epidemias.
As autoridades indonésias começaram esta segunda-feira a enterrar numa vala comum centenas de mortos na cidade de Palu, na ilha de Celebes, na sequência de um terramoto de magnitude 7,5 seguido de tsunami que abalou a ilha na sexta-feira (28 de setembro de 2018). O porta-voz da Agência de Gestão de Desastres Nacional (BNPB), Sutopo Purwo Nugroho, afirmou que a vala comum foi aberta para prevenir a disseminação de epidemias.
De acordo com os últimos dados oficiais 832 pessoas morreram em consequência dos abalos e do tsunami. A maioria das vítimas (821) registou-se em Palu, cidade com cerca de 350 mil habitantes na costa oeste de Celebes, havendo também registo de mortes (11) em Dongalla.
O governo indonésio, liderado por Joko Widodo, pediu ajuda internacional. Joko Widodo “permitiu que aceitássemos ajuda internacional de emergência para responder ao desastre”, disse Tom Lembong, funcionário do Governo, enquanto dezenas de agências humanitárias e organizações não-governamentais afirmaram estar prontas a prestar assistência de emergência.
As equipas de resgate continuam a procurar sobreviventes e mais vítimas nos escombros de edifícios demolidos, mas as falhas nas comunicações têm dificultando os trabalhos das equipas de busca e salvamento no terreno. As agências internacionais falam em centenas de feridos a receber tratamento médico em tendas improvisadas no exterior e mais de 16 mil deslocados.
As autoridades indonésias reabriram no domingo o aeroporto de Palu, o que vai acelerar a chegada de ajuda humanitária.
A Indonésia assenta sobre o chamado Anel de Fogo do Pacífico, uma zona de grande atividade sísmica e vulcânica onde, em cada ano, se registam cerca de 7 mil terramotos, a maioria moderados. Entre 29 de junho e 19 de agosto, pelo menos 557 pessoas morreram e quase 400 mil ficaram deslocadas devido a quatro terramotos de magnitudes compreendidas entre 6,3 e 6,9, que sacudiram a ilha indonésia de Lombok.
Subiu para 1.234 o numero de mortes causadas pelo sismo seguido de tsunami na Indonésia, revelou esta terça-feira (02 de outubro de 2018) o porta-voz da Agência Nacional de Gestão de Desastres da Indonésia, Sutopo Purwo Nugroho. Há ainda registo de pelo menos 799 feridos graves. O anterior balanço, recorde-se, dava conta de 844 mortos.
Entre as vítimas mortais, está um grupo de pelo menos 34 estudantes de teologia. Os jovens morreram dentro de uma igreja na ilha de Celebes, sendo que 52 estudantes ainda estão desaparecidos.
As autoridades acreditam que o número de mortos poderá aumentar nos próximos dias, uma vez que há "centenas de vítimas" soterradas na lama em Petobo.
Durante a madrugada desta terça-feira, o país voltou a ser atingido por dois sismos, de magnitudes 5,9 e 6.
Os serviços de emergência continuam a procurar desaparecidos e a tentar prestar auxílio às populações atingidas pela catástrofe. No entanto, o tempo começa a escassear e as populações estão desesperadas por alimento, combustível e água.
Um avião de transporte militar retirou dezenas de pessoas de uma zona devastada pelo sismo e aterrou em Java Oriental. Muitas áreas atingidas pela catástrofe ainda não foram alcançadas pelos serviços de emergência.
Segundo os cálculos da ONU, mais de 191 mil pessoas na Indonésia precisam de ajuda humanitária urgente.
Fonte: https://www.noticiasaominuto.com/mundo/1091310/numero-de-mortes-na-indonesia-sobe-para-1234
Pelo menos 94 pessoas morreram depois de um barco ter naufragado no Lago Vitória. Há vários desaparecidos, dizem as autoridades. As causas do acidente ainda estão por apurar.
Pelo menos 94 pessoas morreram num naufrágio de uma embarcação, na Tanzânia, que transportava cerca de 400 pessoas, disseram esta sexta-feira (21 de setembro de 2018) os meios de comunicação locais, referindo que 40 náufragos foram resgatados pelas autoridades. O naufrágio ocorreu na quinta-feira no Lago Vitória. As operações de resgate tiveram de ser interrompidas durante a noite, tendo sido retomadas esta manhã. De acordo com a estação de televisão da Tanzânia ITV, o número de vítimas mortais pode aumentar porque dezenas de passageiros continuam ainda desaparecidos.
O governador da região de Mwanza, John Mongella, indicou que 40 pessoas foram resgatadas com vida na quinta-feira à noite mas não adiantou se foram localizados sobreviventes esta manhã, depois de terem sido retomadas as buscas que foram interrompidas durante a noite.
O Presidente da Tanzânia, John Magufuli, enviou condolências às famílias das vítimas mortais e desejou uma rápida recuperação aos passageiros que foram, entretanto, hospitalizados.
O navio pertence à Agência de Serviços Eletrónicos e Eletromecânicos da Tanzânia e naufragou enquanto fazia a ligação entre a península de Ukerewe e a ilha de Ukora, na zona sul do Lago Vitória, o maior do continente africano.
O lago – um importante ponto de atração turística – é rodeado pelos territórios da Tanzânia e Quénia é igualmente uma zona onde se registam vários naufrágios todos os anos sobretudo devido a fortes tempestades.
Segundo a Cruz Vermelha, em 1996, mais de 800 pessoas morreram no naufrágio do ferryboat “Bukoba” no Lago Vitória, ao largo de Mwanza.
Fonte: https://observador.pt/2018/09/21/pelo-menos-79-mortos-em-naufragio-na-tanzania/