
Mais de 400 pessoas morreram na sequência das inundações que atingiram Kerala, na Índia, as mais graves em 100 anos naquele estado do sul do país, de acordo com um balanço feito pelas autoridades.
As chuvas torrenciais que têm caído em Kerala, desde 08 de agosto, provocando deslizamentos de terra, inundações repentinas e o colapso de pontes e estradas pararam e à medida que o nível das águas foi descendo foram revelados novos corpos de vítimas.
Cerca de 725 mil pessoas tiveram que se refugiar em 5.645 centros de apoio, disse o chefe do governo local Pinarayi Vijayan, à imprensa no domingo.
Milhares de soldados do Exército, da Marinha e da Força Aérea foram mobilizados para resgatar aqueles que estão isolados pelas águas.
A contaminação de fontes de água potável e as más condições de higiene fazem as autoridades temerem o surgimento de doenças e já há equipas de saúde no terreno a monitorizar a situação, esclareceram as autoridades.
Os danos causados pelas inundações estão estimados, até ao momento, em três mil milhões de dólares (cerca de 2,6 mil milhões de euros).
O estado de Kerala, procurado pelos turistas devido às praias rodeadas de palmeiras e às plantações de chá, é afetado anualmente por fortes chuvas na época das monções.
Um novo balanço das autoridades indianas aponta para 164 pessoas mortas e mais de 50 mil deslocados na sequência de inundações em Kerala, onde decorrem operações para resgatar centenas de pessoas presas nos telhados.
As chuvas torrenciais, trazidas pelas monções, pararam hoje (17 de agosto de 2018) e milhares de equipas de resgate estão a trabalhar de forma a transferirem a população para 1.200 campos estatais, onde mais de 150 mil pessoas já se encontram abrigadas.
As fortes chuvas nos últimos oito dias desencadearam inundações, deslizamentos de terra e desmoronamentos em pontes e estradas, causando sérios distúrbios nos serviços aéreos e ferroviários no estado de Kerala.
O Estado de Kerala, procurado pelos turistas devido às praias rodeadas de palmeiras e às plantações de chá, é todos os anos afetado por fortes chuvas na época das monções, mas este ano a precipitação está a ser particularmente forte.
Mais de um milhão de turistas visitaram o estado no ano passado, segundo estatísticas oficiais.
O mais recente balanço das autoridades indonésias aponta para pelo menos 436 mortos após o sismo de há uma semana em Lombok, no sul do país.
A agência nacional de desastres informou hoje (13 de agosto de 2018) que o terramoto de 05 de agosto matou 436 pessoas, a maioria das quais morreu em edifícios que ruíram.
Dezenas de milhares de casas, mesquitas e empresas ficaram destruídas no sismo de magnitude 6,9 que teve o seu epicentro no norte da ilha de Lombok.
O terramoto destruiu, pelo menos, 67.875 casas, 468 colégios, 6 pontes, 15 mesquitas e 13 centros de saúde. Estima-se que haja mais de 13 mil feridos.
A maior parte das estradas no norte de Lombak está destruída, sendo essa a principal dificuldade das autoridades que tentam distribuir comida e medicamentos à população afetada.
Muitos moradores deixaram as habitações para se abrigarem em tendas ou abrigos temporários, sob o calor tropical que assola no verão o arquipélago do sudeste asiático.
O secretário-geral da ONU, António Guterres, ofereceu a ajuda daquela organização ao país situado no chamado "Anel de Fogo do Pacífico", zona de grande atividade sísmica e vulcânica que regista cerca de sete mil terramotos por ano, na maioria moderados.
Os sismos são classificados segundo a sua magnitude como micro (menos de 2,0), muito pequeno (2,0-2,9), pequeno (3,0-3,9), ligeiro (4,0-4,9), moderado (5,0-5,9), forte (6,0-6,9), grande (7,0-7,9), importante (8,0-8,9), excecional (9,0-9,9) e extremo (superior a 10).
Fonte: https://www.noticiasaominuto.com/mundo/1064730/numero-de-mortos-do-sismo-de-lombok-aumenta-para-436
Um trecho de um viaduto da autoestrada A10 desabou terça-feira (14 de agosto de 2018) na cidade italiana de Genova, segundo o corpo de bombeiros. As autoridades referiram dezenas de vítimas, não confirmando ainda os números exatos.
As primeiras imagens divulgadas pelos meios de comunicação mostram a ponte Morandi sem várias dezenas de metros no meio da neblina.
Segundo a ANSA, agência de notícias italiana, as autoridades indicaram estar dezenas de veículos envolvidos no colapso da ponte, que cedeu num período de chuvas torrenciais. O viaduto atravessa centros comerciais, fábricas, algumas casas, a linha ferroviária Génova-Milão e o rio Polcevera. Bombeiros disseram à AP que há preocupações com as linhas de gás.
As forças de emergência relataram à agência de notícias terem encontrado vários veículos esmagados sob os escombros com pessoas mortas lá dentro, não precisando ainda os números.
Em declarações à Rai News, Francesco Bermano, diretor do 118 em Génova, refere que "a dimensão é histórica, [existem] dezenas de mortos entre aqueles que caíram do viaduto e aqueles que ficaram presos sob os escombros".
Segundo a Reuters, uma estimativa inicial das fontes policiais fala em 10 mortos. Por sua vez, o canal de televisão italiano Rai News avança com um balanço provisório de 11 mortos. É também referido que sete pessoas foram extraídas com vida dos escombros e transferidas pelo helicóptero dos bombeiros para os hospitais da cidade. A agência ANSA refere também a existência de 11 mortos, entre eles uma criança, e fala em cinco feridos graves.
A polícia partilhou também um vídeo no Twitter, informando quais as saídas possíveis para quem se encontra perto do local.
O Ministro do Interior italiano, Matteo Salvini, referiu-se à ocorrência no Twitter. "Estamos a seguir minuto a minuto a situação do colapso da ponte de Génova, agradeço agora aos 200 bombeiros (e a todos os outros heróis) que já estão a trabalhar para salvar vidas", lê-se.
O Ministro das Infraestruturas e Transportes, Danilo Toninelli, referiu no Twitter a "imensa tragédia", anunciando estar em contacto com as autoestradas e deslocar-se para o local com o vice-ministro Rixi.
Fonte: https://24.sapo.pt/atualidade/artigos/italia-ponte-sobre-autoestrada-colapsa-em-genova
O acidente ocorreu no inicio da noite de domingo (12 de agosto de 2018) na zona de Fundão, a cinco quilómetros da cidade do porto Novo.
Na viatura seguia um grupo de jovens que regressavam de um torneio de futebol na localidade de Ribeira dos Bodes.
Segundo o jornal online Inforpress, uma das vítimas, o condutor do veículo acidentado faleceu no local encarcerado na viatura e a outra vítima acabau por falecer pouco depois do acidente nos serviços de urgência do centro de saúde da cidade do Porto Novo.
De acordo com a mesma fonte, três feridos com gravidade foram transferidos de urgência para o hospital Baptista de Sousa em São Vicente com vários traumatismos, mas não correm risco de vida, e que os restantes estão em observação conforme avança a médica de serviço no centro de saúde do Porto Novo, que coordenou a equipa que assistiu os sinistrados.
Este acidente cujo veículo ficou totalmente destruído, duas pessoas perderam a vida e ainda quase duas dezenas ficaram feridos, é o terceiro ocorrido nos últimos dois meses no Porto Novo com vítimas mortais, segundo a Inforpress.